quarta-feira, 18 de junho de 2008

Vegeta- Esferográfica sobre papel/ 2005/ 29 x 42 cm

O mar de rosas seria o ideal mas... há quase sempre um MAS. O infinito mar das nossas preocupações, o constante dilema do ser e do ter. Vagueia-mos pela nossa vida , numa república dissimulada de ditadura. Sobrecarregados de obediências e obrigações, onde a cada dia que passa, aumenta a nossa presbitia. A ilusão da vida perfeita é uma constante mutação, na qual nós somos um simples ser, fatalmente submissos a vegetar.

Sem comentários: